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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reconocer una persona controladora.


"La persona controladora es invisible", dice el terapeuta del comportamiento y la programación neurolingüística experto Isabelle Nazare-Aga. Según ella, sólo el tiempo y la convivencia nos permiten reconocer el controlador típico. Pero el hábito y la observación se hace posible identificarla.

El terapeuta concluyó en su estudio que las características de las personas que controlan (masculino y femenino) son exactamente iguales. Según las estadísticas, casi todo el mundo ha tenido o tiene contacto con al menos una persona manipuladora en la vida.

Con algunas excepciones, la persona manipuladora no es consciente de sus actitudes devastadores. El egocentrismo de la misma es tan fuerte que se vuelve incapaz de percibir lo que sienten los demás ", dice Isabelle. "Los que son conscientes y no quieren cambiar, bordeando el agravio", añade.

Según Aparecida Nogueira psicólogo en plan amoroso en el mediano plazo, el controlador no puede mantener la armonía. Las discusiones (en privado o público) tiempo, mala (que a menudo los amigos no se dan cuenta), separación, sufrimiento, por lo general marcan la vida de una persona controladora.

Cuando termina tales relaciones, por lo general no, no es amistad. Esto se debe a que la ex pareja se sienta tan aliviado de librarse de la manipulación que es incapaz de tener una buena sensación para los que lo torturaba.

A quién estás tratando?

Una de las principales características de la persona manipuladora sólo está interesado en sí mismo. Cualquiera que sea el tema, se detendrá tan pronto como sea posible para contar un pasaje que ha sucedido a sí misma.


Si no domina el tema de conversación que no presta atención a lo que se dice y, en cuestión de minutos, lo desvía y en busca de una forma de atraer la atención sobre sí mismos.

Involucrarse emocionalmente con una persona manipuladora un alto riesgo para la autoestima y de la libertad misma. El socio controlador surge gradualmente a medida que el líder de la relación, asfixia mientras se muestra cada vez menos cariñoso, amable y capaz de mantener el respeto y el afecto que dio origen a la relación.

La persona manipuladora se refuerza esencialmente debilitando el ego de sus víctimas. Pero el ejercicio de manipulación es aún peor en la esfera de amor, porque la persona actúa de manipulación al igual que un insaciable, siempre dispuesto a destruir la auto-confianza de la pareja y convirtiéndose en mera muleta, que está soportado para vivir.

Además de abuso verbal, crítica, actitudes falsas sorpresa de un error, sino que también hace todo lo posible para alejar a la pareja de amigos y familiares con el fin de crear un vacío alrededor de la otra. Puede debilitar el compañero de la red amigos, y sobre todo alejado de los antiguos amigos de su union.

A menudo no abiertamente prohíbe y, aparentemente, puede favorecer la pareja a tener amigos. Pero sólo en apariencia. Cuando esto sucede, el guía da una manera de detonar la amistad y para mostrar desagradable, haciendo que su pareja se sienta cada vez menos a gusto y se escapa de todo el mundo.

Comportamiento general de los manipuladores de ambos sexos

... No hace promesas, ya que no les gusta hacer concesiones. Su frase favorita es: "Usted no confía en mí?"


...sin complejos cuando se hace lo que dice o el fracaso de los compromisos adquiridos. En su lugar, siempre tiene excelentes pretextos para explicar. Odia que admitir que estaba equivocado....

... No considera las necesidades de la otra persona. Por el contrario, se impone su voluntad más o menos sutileza. Cuando usa la máscara de altruismo, pretendiendo que preocuparse por los demás, por lo general resulta ser ofendido si alguien censura por su indiferencia.

... Es inflexible y sólo cambia su mente a estar de acuerdo con alguien si tiene algún interés en ella. Lo que es por lo general sólo meses más tarde descubiertos.

... Usted es capaz de tomar posesión de ideas, deseos y opiniones de los demás, cosechando para sí el mérito que no le pertenece a él.


... Impone su presencia y le gusta entrometerse en la vida privada de las personas cercanas a usted. Pero lo hace siempre con el pretexto de querer ayudar.

... No se puede dejar de decir cosas que le causan malestar en las personas alrededor.

... A menudo transmite la idea de que los sacrificios por alguien o alguna causa, pero es puro marketing.


... Utiliza el chantaje emocional para conseguir controlar a los demás. O hace que las personas se sienten disminuida y arrinconado perjudicando ellos.

Los argumentos utilizados por él, para protegerse de la pareja de tus amigos:

"Con razón la gente no viene aquí en casa, usted no mantiene una conversación interesante!"

"No se puede decir que su grupo de pares es muy brillante.

"Confieso que estoy un poco decepcionado. Pensé que eran los mejores amigos


"No dicen que son lo que se dice cuando escuchas lo que dicen"

¿Cómo se consigue?

... Atacar a las personas, para justificar su opinión.

... Desacreditar en público ..

... Guardar silencio o dar aire desinterés.

... Mostrando impaciente, dando la impresión de que se quiere retirar, ya que visita antes.

... Escapar de la presencia de amigos que vayan a hacer otra cosa en lugar de compartir con ellos.


 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Racismo e a culpa da cabeleira!

Sempre que tenho contato com sociedades diferentes, busco conhecer e conviver um pouco com a cultura local, seus costumes, com sua gastronomia,  música, estilo e etc. E isso não se trata de aculturação, mas de identificação e respeito para com o lugar que recebeu-me.
Confesso que sempre repudiei quaisquer atos de racismo ou preconceitos em relação a cor de pele,  raça ou etnia. Sempre perguntei-me: Mas quando e de quem nasceu essa ideia absurda de classificar as pessoas pela cor? Obviamente a antropologia e a história nos responde, por mais inaceitável que nos pareça. E, independentemente de análises antropológicas, digo que aqui mesmo em África, o racismo continua mais forte do que em qualquer outro lugar.
Nos meus conceitos primários, racismo era quando uma pessoa de uma raça não gostava de pessoa de uma raça diferente da sua. Como por exemplo o branco não gostar do negro e o negro não gostar do branco.
No entanto, o que mais me intriga é o fenómeno que eu constantemente presencio, o fato de o negro, inconscientemente discriminar o próprio negro.
Não vou generalizar é claro, mais vou citar casos comuns que eu vivenciei.
Certa vez, estava conversando com uma colega negra moçambicana. Ela disse-me então que tinha três empregadas domésticas e que para duas delas pagava 3.500,00 meticais (moeda local) e para outra pagava 5.000,00 meticais. Eu então disse que essa que ganhava mais devia ser mesmo muito eficiente, para diferenciar-se das outras. Ela então, respondeu-me que essa outra ganhava mais porque era “mulata” e as outras eram negras. Ou seja, que aquela devia ganhar mais porque tinha a pele mais clara que a das outras empregadas, justificando ainda: ela é a babá do meu filho menor, ele gosta mais dela porque ela é mais clara.
Certa vez no meu trabalho, fui abordada por um comerciante que perguntou se eu conhecia alguém que quisesse trabalhar com vendas, mas que deveria ser português ou brasileiro. Eu então questionei: Mas por que não pode ser um Moçambicano? Ele respondeu: "Contanto que seja um branco ou clarinho... Em Moçambique, se eu colocar um negro para vender, os brancos até podem compra se precisarem do produto, mas um negro, por mais que precise do meu produto, prefere comprar de um branco. Detalhe: Esse comerciante era negro.
Duas de minhas colegas, observando a maneira que eu trato a minha empregada doméstica, disseram: “Por que você diz por favor e obrigado sempre que pede alguma coisa para sua empregada? Se ela é sua empregada e você esta a pagar para ela te servir, não tem nada que dizer por favor e obrigada. Não se pede, manda-se. Se tu ficares tratando essa negra bem, ela vai te faltar respeito! Se ainda fosse da tua cor, tu até poderias dizer obrigado, mas nem é”. Obviamente não tive mais coragem de fomentar essas amizades.
Por uns meses usei tranças africanas. Sim, aquelas tranças feitas com mechas bem longas que é um símbolo da beleza africana. E por sinal gostei muito, só não imaginara que o cabelo poderia ser um instrumento de manipulação social.
Na minha visão, foi um ato tão simples quanto de mudar de penteado, mais não na realidade o impacto foi maior do que eu poderia supor.
Depois que coloquei as tranças, passei a ouvir coisas absurdamente preconceituosas, como do tipo: “Você esta parecendo africana, é melhor tirar isso!”. “Vão achar que você é negra!”. “Se você é brasileira, por que usa isso?”. Eu apenas imaginava, “e daí” pensarem que eu sou africana? Qual é o problema disso? Bem, com o tempo fui observando o que tudo isso significava.
No prédio em que vivia  depois que passei a usar as tranças, os porteiros e seguranças do prédio não me davam mais bom dia com o mesmo vigor de antes, nem me ajudam a carregar as compras. Quando entrava numa loja o vendedor não atendia-me com a mesma simpatia. No restaurante, o garçom atendia primeiro o cliente que ele julga ser branco, ou mais branco que eu. Quando eu perguntava minha cor para um moçambicano antes de usar as tranças, ele dizia que eu era “brasileira” (branca), depois das tranças, fui classificada como “mulata”. Antes das tranças, Perguntavam: “Você é de que lugar do Brasil?”, depois das tranças dizem: “Moraste no Brasil quanto tempo?”, ou então: “És brasileira?????!!!”.
Recordo-me de ter entrado numa padaria brasileira aqui em Maputo. Escolhi os produtos, aguardei na fila normalmente, que quando eu abri a minha boca e fiz o pedido, todos, acreditem, todos que estavam ao me redor, entre brasileiros, libaneses e moçambicanos, ouvindo meu sotaque brasileiro, pararam, olharam-me da cabeça aos pés, depois encararam a minha face, com um olhar de repúdio e espanto, como se quisessem dizer: “Você é brasileira? Usando essas tranças, credo!!”. Eu podia ler isso na mente de cada uma dessas pessoas. E juro, juro mesmo que não me incomodei em nada de pensarem isso, apenas fiquei decepcionada em ver a praga do racismo se proliferando em frente aos meus olhos.
Quando ia ao mercado, restaurante, ou qualquer outro lugar em que o atendimento não estivesse bom, as pessoas que acompanhavam-me diziam: “Esta vendo! É tudo culpa do seu cabelo!”. Então eu pensei: “Quer dizer então que para eu ser bem tratada aqui eu tenho mesmo que parecer ser branca ou a mais clara possível? Sinceramente, fico tão triste que, em pleno desenvolvimento e globalização, ainda possa existir tanto racismo assim. Que pós-modernidade é essa? Parece que ao invés de evoluirmos estamos voltando a época do mercatilismo.
Tinha a impressão que em qualquer momento eu poderia ser capturada por um português e ser vendida no mercado como uma escrava branca. E tudo por causa da cabeleira!





domingo, 16 de janeiro de 2011

MULHER LIMPINHA!

A uns dias li um texto na revista veja com o título “Mulher limpinha”. Nele, a autora (uma senhora de por volta 50 anos) disse que ouviu de um homem (no Brasil) que: a mulher ideal é aquela mulher que sabe cuidar dos filhos, do marido, organizada...você sabe doutora...uma mulher limpinha!
A escritora, então, mostrou-se indignada com tal declaração. Disse que não imagina que, nesta época ainda existissem homens que pensavam assim. Então pensei, em que planeta ela vive? Para que tanta indignação? Sabemos que o referido homem foi apenas sincero. Talvez falte a essa escritora, permitir-se enxergar, minimamente, além da cortina do feminismo que venda seus olhos.
Acredito que uma das frases mais verdadeiras neste mundo seja: “homem é homem, mulher é mulher” (que me desculpem as Constituições Republicanas). E o maior desafio num casamento é aprender a lhe dar com essa diferença. Homem é homem em qualquer lugar, e seus pensamentos são uníssonos quando se trata de mulher. Muda cultura, muda nacionalidade, religião, mas, no íntimo de cada homem, o desejo da “mulher limpinha” sobrevive, e de uma certa maneira, é até natural.
Não é difícil entender porque o homem pensa assim (muitas vezes inconscientemente), imaginem: É psicologicamente aceitável entender que, o homem quando casa, deseja na mulher a mesma segurança, bem estar e aconchego que tinha com sua genitora. As mulheres, muitas vezes não se dão conta que, o marido vê nela, em sua figura feminina, além de uma fêmea, uma mãe. Acredito que a maioria das mulheres não percebem, não entendem ou não aceitam esse instinto natural do homem.
Minhas caras, acredito que o primeiro passo para lhe dar com os conflitos existências em um relacionamento é: aprender a conhecer o seu parceiro, analisar seu histórico familiar, conhecer seus anseios...tentar desvendar esse homem que divide a vida com você. Não é nada difícil entender os homens, conhece-los. O homem não exige muito para ser feliz, acreditem.
A sociedade, em verdade, não mudou o homem, apenas suprimiu a sua vontade de dizer que sim, preferem casar com a tal “mulher limpinha”, pois dependendo da sociedade, este estigma foi suprimido. Estava eu conversando com um dinamarquês certa vez (desses “super modernos”) e fiquei surpresa quando ele disse que tinha separado-se, afinal, eu conhecia a esposa e os filhos e os achavam uma bela família.
Então ele começou a desabafar, dizendo que aos poucos ele começou a se sentir a “mãe” da casa, cozinhava, cuidava sozinho dos filhos, pois a esposa estava sempre viajando a trabalho, ou chegando em casa mais tarde que ele. Eu então disse que achei que na cultura europeia isso fosse mais do que normal, e que os homens não eram nada machistas. Ele então respondeu: “Essa história de que o homem europeu não é machista é conversa, homem é homem em qualquer lugar do mundo. A mulher pode trabalhar fora, ganhar mais do que o marido, mais isso não a torna um homem. Mulher para me fazer feliz tem que ser mulher, dar carinho, atenção, me preparar um doce de vez enquanto, acalentar meus filhos...Mulher tem que ser mulher porra! Depois disso, só me restou soltar um: It`s true!
Seria um tanto estranho pedir ao homem para ser feminista. Isso já é exigir de mais não? E que não me chamem de machista (se quiserem me chamar também, não tem problema). Eu apenas tenho que vislumbrar e tentar compreender a realidade. Sabemos que, no fundo no fundo, quem manda na casa é a mulher, e ela, tem o poder que a maioria dos homens não tem, o de manipular a relação. Mas, minhas caras, “os homens tem a necessidade de se sentirem os homens da casa, os provedores”. Não sei, mais, um homem feminista, para mim não é homem! Não é natural!
Mulheres, deixem os homens acharem que mandam em tudo, deixem eles se sentirem os machos da casa. Eles não exigem muito de nós. O homem quer atenção, ouvidos, cafunés. E sim, homem também é fragil, as vezes muito mais do que a própria mulher.

terça-feira, 24 de março de 2009

Como identificar o "manipulador"

Fernanda Dannemann

Reconhecendo o(a) manipulador(a)

“A pessoa manipuladora é, antes de tudo, invisível”, diz a terapeuta comportamental e especialista em programação neurolingüística Isabelle Nazare-Aga. Segundo ela, só o tempo e a convivência permitem reconhecer o(a) típico(a) manipulador(a). Porém, com o hábito e a observação, torna-se possível identificá-lo(a) cada vez mais rapidamente.

A terapeuta concluiu em seu estudo que as características de manipuladores do sexo masculino e feminino são exatamente as mesmas. De acordo com as estatísticas, quase todo mundo já teve ou tem contato com, pelo menos, uma pessoa manipuladora durante a vida.

“Com algumas exceções, o(a) manipulador(a) não tem consciência de suas atitudes devastadoras. O egocentrismo dele(a) é tão forte que é incapaz de perceber o que os outros sentem”, diz Isabelle. “Aqueles que são conscientes e não querem mudar, beiram a perversidade”, completa.

De acordo com a psicóloga Aparecida Nogueira, no plano amoroso, a médio prazo, o tipo manipulador não consegue manter a harmonia. Discussões (em particular ou em público), clima ruim (que muitas vezes os amigos não percebem), separações, sofrimento, costumam marcar a vida de uma pessoa manipuladora.

Quando o relacionamento desse tipo acaba, geralmente, não fica nem amizade. Isso porque o(a) ex- parceiro(a) sente-se tão aliviado por ter se livrado da manipulação que é incapaz de ter bons sentimento por quem o(a) torturou.


Com quem você está lidando?

Uma das principais características do(a) manipulador(a) é só se interessar por si mesmo(a). Qualquer que seja o assunto, interrompe assim que possível para contar uma passagem que tenha acontecido com ele(a).

Se não dominar o tema da conversa, não dá atenção ao que está sendo dito e, em poucos minutos, desvia o assunto e procura uma forma de atrair os olhares para si.

Envolver-se emocionalmente com uma pessoa manipuladora é um grande risco para a auto-estima e para a própria liberdade. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação.

A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas. Mas o exercício da manipulação é ainda pior na esfera amorosa, porque o(a) manipulador(a) atua exatamente como um(a) insaciável, sempre pronto(a) para minar a auto-confiança do(a) parceiro(a) e transformando-o(a) em mera muleta, na qual se apóia para viver.

Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele(a) também faz tudo para afastar o(a) parceiro(a) dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno do(a) outro(a). Consegue enfraquecer a rede de amizades do(a) companheiro(a) e, principalmente, afastá-lo(a) de amigos anteriores à sua união.

Muitas vezes, não proíbe abertamente e, aparentemente, pode encorajar o(a) parceiro(a) a ter amigos. Mas só aparentemente. Quando isso acontece, o(a) manipulador dá um jeito de detonar a amizade e de se mostrar desagradável, fazendo com que o(a) parceiro(a) sinta-se cada vez menos à vontade e acabe se afastando de todos.


Comportamento comum dos manipuladores de ambos os sexos

...não faz promessas porque não gosta de se comprometer. Sua frase preferida é:“você não confia em mim?”

...não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos. Em vez disso, tem sempre excelentes pretextos para se explicar. Detesta ter que admitir que errou.

...não considera as necessidades da outra pessoa. Ao contrário, impõe a sua vontade com mais ou menos sutileza. Quando usa a máscara do altruísmo, fingindo preocupar-se com os outros, geralmente mostra-se ofendido(a) se alguém o(a) censura por sua desconsideração.

...é inflexível e só muda de opinião para concordar com alguém se tiver algum interesse nisso. O que, geralmente, só é descoberto meses depois.

...é capaz de se apropriar de idéias, desejos e opiniões alheias, colhendo para si o mérito que não lhe pertence.

...impõe a sua presença e adora se intrometer na vida particular das pessoas que lhe são próximas. Mas faz isso sempre com o pretexto de querer ajudar.

...não consegue deixar de dizer coisas que provocam mal-estar nas pessoas ao redor.

...muitas vezes, transmite a idéia de que se sacrifica por alguém ou por alguma causa, mas é puro marketing.

...usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as.


Argumentos usados por ele(a), para afastar o(a) parceiro(a) de suas amizades:

“Não me admira que as pessoas não venham aqui em casa, você não mantém uma conversa interessante!”

“Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.

“Confesso que estou meio decepcionado. Pensava que você tivesse amigos melhores”

“Não se diria que eles são o que você diz, quando se ouve o que falam”

Como ele(a) consegue?

... atacando as pessoas, para que justifiquem sua opinião.

...desprestigiando-as em público..

... permanecendo em silêncio ou dando ares de desinteresse.

...mostrando-se impaciente, dando a impressão de que quer que as visitas se retirem o quanto antes.

...escapando da presença dos amigos indo, ostensivamente, fazer outra coisa em vez de compartilhar com eles.